Gus        Contact
gusfcm@gmail.com
+55 21 96883-4662


Gustavo Mendes é Diretor de Criação e Estrategista de Marca, focado em construir marcas a partir de ideias claras que se conectam com as pessoas.

Seu trabalho acontece no cruzamento entre marca, design e narrativa, com mais de 15 anos de experiência entre Brasil e Estados Unidos. Transita com naturalidade entre disciplinas e formatos, de sistemas de identidade e plataformas digitais a campanhas, conteúdo e projetos culturais.

Iniciou sua carreira em São Francisco, na Goodby, Silverstein & Partners, e depois na Publicis Seattle, trabalhando com marcas globais e entendendo, na prática, como ideias se adaptam a diferentes culturas. Essa experiência segue orientando sua forma de pensar: reduzir ao essencial, construir com rigor e fazer funcionar em qualquer contexto.

De volta ao Brasil, passou por agências como Ogilvy Rio, OEstúdio e iD/TBWA São Paulo, desenvolvendo marcas nos setores de telecom, fintech, entretenimento e consumo. Ao longo desse percurso, trabalhou com empresas como Claro, Coca-Cola, T-Mobile, Allianz, Embratel, Panini e Caixa Econômica Federal, frequentemente liderando projetos do conceito à execução em múltiplos canais.

Com o tempo, seu trabalho se expandiu naturalmente para o campo cultural. Liderou e produziu exposições de grande escala como Ancestral: Duas Américas Afro (MAB FAAP e CCBB), além de projetos no SESC Pompeia e na Casa Bradesco, colaborando com curadores, artistas, instituições e equipes internacionais. São projetos que refletem o mesmo interesse que move seu trabalho comercial: como ideias se transformam em experiências que as pessoas vivenciam e lembram.

Acredita que marcas funcionam como sistemas, não como peças isoladas. Identidade, UX, conteúdo e comunicação precisam operar juntos, não disputar atenção.

Hoje, colabora com agências, empresas e instituições culturais que buscam direção criativa consistente e trabalhos que funcionem tanto na estratégia quanto na percepção.

Utiliza ferramentas de IA como parte do seu processo, como qualquer criativo contemporâneo. Mas ferramentas não substituem repertório nem sensibilidade. A diferença continua no olhar humano: na capacidade de reconhecer algo verdadeiro antes dos outros e transformar isso em algo que as pessoas possam sentir.

Gustavo Mendes is a Creative Director and Brand Strategist who builds brands through clear ideas that connect with people.

His work sits between brand, design, and storytelling, shaped by over 15 years of experience across Brazil and the United States. He moves between disciplines and formats with ease, from identity systems and digital platforms to campaigns, content, and cultural projects.

He began his career in San Francisco at Goodby, Silverstein & Partners, and later at Publicis Seattle, working on global brands and learning how ideas adapt across cultures. That experience continues to inform his approach: reduce things to what matters, craft them well, and make them work anywhere.

Back in Brazil, he worked at agencies including Ogilvy Rio, OEstúdio, and iD/TBWA São Paulo, building brands across telecom, fintech, entertainment, and consumer markets. Along the way, he partnered with companies such as Claro, Coca-Cola, T-Mobile, Allianz, Embratel, Panini, and Caixa Econômica Federal, often leading projects from concept through to execution across multiple channels.

His work naturally expanded into the cultural space. He has led and produced large-scale exhibitions such as Ancestral: Two Afro-Americas at MAB FAAP and CCBB, as well as projects at SESC Pompeia and Casa Bradesco, working closely with curators, artists, institutions, and international teams. These projects reflect the same interest that drives his commercial work: how ideas become experiences that people can engage with and remember.

He sees brands as systems rather than isolated outputs. Identity, UX, content, and communication should work together, not compete for attention.

Today, he works with agencies, companies, and cultural institutions looking for thoughtful creative direction and work that feels as good as it performs.

He uses AI as part of his process, like any modern creative should. But tools don’t replace judgment. The difference is still in the human layer: taste, timing, and the ability to recognize something true before anyone else does.